Arquitetura ambiciosa marca o skyline da cidade.
Não tem como negar: com suas arquiteturas espetaculares e uma peregrinação de visitantes em busca de conhecimento, museus se transformaram em espécies de igrejas e templos do mundo contemporâneo. Segunda maior metrópole e terceira maior população da França, Lyon certamente verá o fluxo de turistas aumentar consideravelmente por conta da abertura mês passado do Musée des Confluences. A localização deste museu de 238 mil m² é mais do que especial: a ponta da península criada artificialmente, no início do século 20, no exato ponto onde os rios Ródano e Saône se confluem - daí vem, aliás, o seu nome.
A linha de horizonte da estação de trem Lyon-Perrache mudou consideravelmente com a sua chegada. De longe, o prédio todo de aço – mais de 6.600 toneladas! – parece uma nave espacial que aterrissou na cidade. Conforme o caminho que se pega até o museu, a visão da sua arquitetura varia consideravelmente. O estilo desconstrutivista do prédio, um pouco hostil quando se chega perto, foi assinado pela Coop Himmelb(l)au, agência austríaca que deslanchou na mesma época outrosstarchitects como Zaha Hadid, Daniel Libeskind e Frank Gehry.
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