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29 de junho de 2015

Design vintage e moderno em casa

Mix de diferentes estilos em lar paulista.


O design contemporâneo conversa com o vintage em um cenário excepcional: uma residência de 606 m² projetada nos anos 1950, em São Paulo, pelo arquiteto Oswaldo Bratke (1907-1997), e cuja reforma acaba de ser finalizada pelo Studio Arthur Casas. Representante da arquitetura paulista, Bratke assinou, entre outros, o viaduto Boa Vista (1932), mas se notabilizou com suas casas, como a da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano (1952). Emolduradas pelo jardim tropical, as cenas reinterpretam a história com ritmo e bossa. Confira nossas ideias!

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Natureza ao redor

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Foco na cor

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Opostos em equilíbrio

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Diálogo de cores e formas

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Calor e luminosidade

Mix contemporâneo e vintage (Foto: Filippo Bamberghi)
Perfume étnico

Fonte: Casa Vogue


28 de junho de 2015

Casa de praia com ar modernista

Linhas retas para curtir Jurerê Internacional.


Quando o escritório Pimont Arquitetura foi chamado para construir uma residência no badalado bairro de Jurerê Internacional, em Florianópolis, a presença exuberante da natureza brasileira serviu como inspiração para que os traços modernistas honrassem a tradição arquitetônica do país. Não demorou para que uma profusão de linhas retas desse origem a espaços amplos banhados de muita luz natural e formados por paredes que não escondem a verdade dos materiais.

Com uma área construída de 300 m², a casa impressiona logo na fachada. Voltada para o norte, ela é composta por ripados de madeira no térreo e de alumínio no segundo andar, onde ficam três das quatro suítes. Além de bela, a estrutura garante a privacidade do espaço interno ao mesmo tempo que provém o devido controle da insolação e não impede que a paisagem seja vista pelos moradores. No hall de entrada, ladrilhos hidráulicos inspirados na obra de Athos Bulcão se desenrolam, do piso ao teto, criando um cenário geométrico que é praticamente uma homenagem à arquitetura moderna.

Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)  Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)

Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)  Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)

Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)  Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)

Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)  Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)

Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)  Casa Jurerê Pimont Arquitetura (Foto: divulgação)
Fonte: Casa Vogue


Lar no campo muda a vida de casal

Moradores aprendem a jardinar e decorar.


Foram 25 anos morando em uma casa de praia, na ilha de Fire Island, em Nova York. Nesse tempo, o casal Sam Grubman e Paul Morris cultivou a certeza de que nada poderia superar o prazer de uma vida ao lado do mar. Pois veio o destino e provou-lhes o contrário. O inadiável motivo que levou a dupla a deixar a residência veio carregado de grande preocupação: o alergista Sam Grubman fora diagnosticado com melanoma e precisava urgentemente preservar-se do sol. “Sabíamos que seria uma péssima ideia continuar vivendo ali. Fizemos algumas contas e concluímos que dava até para comprar um imóvel maior”, conta o comerciante de arte Paul Morris, fundador da feira The Armory Show.
Eles compraram por U$ 800 mil esta casa de campo com cinco quartos, em um terreno de 13 acres, no norte do estado de Nova York. As vizinhas mais próximas eram quatro dúzias de macieiras retorcidas, datadas da metade do séc. 19, mesma data da construção da residência.

Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)  Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)

Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)   Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)

Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)   Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)

Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)   Sam Grubman and Paul Morris  (Foto: Andrea Wyner / The New York Time)


27 de junho de 2015

Coleção visita história da casa brasileira

Maurício Arruda cria linha de móveis versáteis.


“Busquei criar uma coleção marcada por uma identidade que remete à memória da casa brasileira e é, ao mesmo tempo, contemporânea”, declara o arquiteto e designer paranaense Maurício Arruda, sobre a linha exclusiva, feita em parceria com a Tok&Stok, que será lançada oficialmente no dia 12 deste mês. Inspirados em símbolos da identidade nacional, os móveis e objetos foram batizados com o nome dos pais, do irmão e dos avós do arquiteto.

Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )  Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )

Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )  Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )

Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )  Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )

Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )  Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )

Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )  Maurício Arruda  (Foto: Divulgação )


Sala com cantinho de trabalho

Aqui está uma sala repleta de soluções fantásticas, até um cantinho de trabalho.
Começamos pelo tom branco e com detalhes em madeira, estilo nórdico As janelas foram equipadas com estores brancos que filtram a luz. Em frente foi colocado um banco que, por não ter costas, permite a paisagem para o terraço. As cadeiras marcam a separação entre a sala e o escritório.
Saiba mais sobre todos os detalhes desta pequena mas encantadora sala de estar.
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sala-estilo-nordico-1.jpgUma passagem sem porta liga a sala de estar ao espaço destinado ao escritório.
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Um candeeiro de pé alto ilumina a zona do sofá, animada com várias almofadas, tornando-se assim um recanto de leitura.
sala-estilo-nordico-4.jpgNo escritório optou-se por mesas em aço, da Ikea e uma cadeira giratória. Os arquivadores vermelhos dão cor e alegria. Estante à medida com prateleiras e a parte de baixo livre para arquivadores. 
sala-estilo-nordico-5.jpgNa sala de estar procurou-se simetria. Por isso foi colocado o sofá, da Ikea, como eixo central e,à sua volta, duas mesas auxiliares em paralelo e duas cadeiras para fechar o espaço. Par de mesas mais funcionais do que uma de centro.
Fonte | Casa Diez

FRUTOS SILVESTRES MAIS PROTEGIDOS

Para defender as suas árvores e arbustos de fruta da ação e das investidas dos destruidores com penas, siga os nossos conselhos e evite a destruição da sua produção.


É mais forte do que eles. Os pássaros adoram as excelentes bagas de framboesas, groselhas e amoras, entre muitas outras que existem nos jardins. Como não resistem à sua cor e ao seu sabor, acabam por os bicar para se alimentar, destruindo-os. Para garantir a sua produção, está nas suas mãos dificultar-lhes a vida. A proteção que aqui lhe propomos é fácil de executar e os resultados, esses, são garantidos. Veja como deve proceder para proteger as suas árvores e arbustos de fruta das investidas dos destruidores com penas:
1. Em redor da planta, coloque quatro canas verticais e una-as em cima com outras quatro, formando uma caixa.
2. Estenda uma rede de arame. Prenda as margens, junto ao solo, com pedras grandes.
3. Para melhor fixação, faça um corte vertical em pedaços de mangueira. Coloque-os em redor das canas junto à rede e já está. A sua caixa de rede está pronta a utilizar!

26 de junho de 2015

Lar minimalista se camufla na natureza

Simplicidade e materiais crus nos alpes italianos.


Um jogo de articulações precisas, pensadas com antecedência e estudadas nos mínimos detalhes. Não é que o designer Harry Thaler tenha atuado com ourivesaria no início de
sua carreira. A casa que projetou para um casal de amigos com filhos pequenos nos alpes do Tirol do Sul, em Bolzano, na Itália, é a transposição em grande escala dos seus princípios criativos: exatidão e funcionalidade, décor minimalista, calor transmitido pelos materiais escolhidos e a qualidade do projeto em si.
O tema que inspirou esta obra “100% Thaler” – como ele mesmo a define, e da qual assina também a mobília – é a natureza, o contexto de paisagem empolgante e a vegetação espontânea onde a casa estava destinada a aparecer.O idealizador, natural daquela região, vive em Londres desde 2008. Com este trabalho, faz uma declaração de amor à sua terra natal. A madeira de lariço local usada para a fachada assume, como passar dos anos, uma tonalidade prateada que favorece propositalmente uma confusão entre a construção e o panorama que a circunda. Era esse o objetivo de Thaler: uma operação de mimetismo, que desviasse a atenção da residência. “Justamente porque neste terreno antes não havia nada.” Assim, foram tomadas as decisões de edificar a casa ao lado da colina, sem derrubar árvores, e de cobrir o teto com plantas.
Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)  Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)

Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)    Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)

Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)    Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)

Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)  Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)

Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)    Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)

Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)   Casa harry Thaler (Foto: Filippo Bamberghi)