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2 de fevereiro de 2015

15 PLANTAS COM NOMES CURIOSOS

Os nomes das espécies dizem muito sobre elas: podem justificar alguma característica da planta ou revelar particularidades de seu comportamento. Descubra a seguir a história por trás de algumas espécies bastante conhecidas.


Gloriosa (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)


1. Gloriosa
O nome-adjetivo combina perfeitamente com esta trepadeira da família do lírio. Suas flores, vermelhas e amarelas, são muito vistosas. Sofrem uma torção, ou seja, os estames ficam totalmente à vista sob as pétalas recurvadas. Aparecem na primavera e no verão.
Boca de leão (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)



2. Boca-de-leão
Pressione as flores tubulares, com dois lábios desiguais, e entenderá por que esta herbácea da região Mediterrânea leva este nome. A boca-de-leão é produzida em diversas cores, na primavera e no inverno. Precisa de pleno sol para formar maciços em jardineiras ou bordaduras.
Brinco de princesa (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)





3. Brinco-de-princesa
As flores pendentes justificam o nome popular desta herbácea cultivada a pleno sol em vasos e jardineiras. Saiba que a cor fúcsia surgiu após a designação científica do brinco-de-princesa.
dama da noite (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)





4. Dama-da-noite
O perfume forte, exalado à noite, assim que as flores se abrem, é um atrativo a mais para a polinização, feita por mariposas. Não é à toa que esta trepadeira ganhou o título de dama-da-noite. Floresce várias vezes por ano e é cultivada em parques e jardins, cobrindo cercas.
flor da paixão (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




5. Flor-da-paixão
O nome popular da flor do maracujá foi dado por monges e está associado à paixão de Cristo. Isso porque a flor tem uma franja que remete à coroa de Jesus e cinco estames que simbolizam suas chagas. A trepadeira nativa do Brasil produz o maracujá doce.
copo de leite (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)





6. Copo-de-leite
Da mesma família da jibóia e da costela-de-adão, esta herbácea africana tem uma excepcional flor de corte que lembra uma taça cheia de leite, daí copo-de-leite. Está associada a locais brejosos, muito úmidos, mas aceita cultivo a pleno sol e à meia-sombra.
lança-de-são-jorge (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)






7. Lança-de-são-jorge
A herbácea leva o nome de um orixá porque é comumente usada nos cultos de umbanda. Suas folhas são cilíndricas, longas e pontiagudas, por isso são chamadas de lanças. Existe a crença popular de que essa espécie protege contra o mau-olhado.
Gota-de-orvalho (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




8. Gota-de-orvalho
Ao contrário de sua parente, a dama-da-noite, esta herbácea rasteira tem flores que se abrem com o amanhecer. Quando substitui a grama, formando um conjunto, suas flores brancas e pequenas parecem gotas de orvalho sobre o verde de suas folhas.
amansa-senhor (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




9. Amansa-senhor
Curioso, o nome popular desta árvore explica o uso de suas folhas como sedativo na medicina popular. O vermelho intenso de sua flor, formada entre os meses de maio e junho, a torna bastante ornamental. Ideal para a arborização de parques, praças e jardins.
comigo-ninguém-pode (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




10. Comigo-ninguém-pode
A explicação é científica: com o auxílio de um microscópio, nota-se a presença de pequenos cristais dentro das células de suas folhas. Se ingeridos, instalam-se na traquéia e criam um edema que pode levar à morte.
maria-sem-vergonha (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




11. Maria-sem-vergonha
Com saudades do Palácio de Viena, o imperador d. Pedro 1º trouxe sementes de Impatiens, que foram plantadas no Jardim Botânico. O que não se imaginava na época é que a espécie se adaptaria tão bem. Por “dar” em qualquer clima e local, ganhou o nome vulgar de maria-sem-vergonha.
agapanto (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)





12. Agapanto
O nome científico desta herbácea africana, cultivada em jardineiras, canteiros ou bordaduras a pleno sol ou à meia-sombra, é Agapanthus africanus. Vem do grego ágape, que significa amor, e anthos, flor.
primavera (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)





13. Primavera
O arbusto brasileiro ganhou o mundo e compõe jardins por todos os lados. Suas flores nascem entre o outono e a primavera – vem daí o nome popular mais conhecido. No entanto, a parte mais chamativa da planta é formada pelas suas brácteas: folhas modificadas e coloridas que atraem polinizadores e dão proteção à flor minúscula.
dinheiro-em-penca (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)



14. Dinheiro-em-penca
O nome sugestivo está relacionado ao crescimento rápido desta herbácea com folhas em forma de moeda. É freqüentemente usada em projetos de Feng Shui para atrair prosperidade. Utilizada como forração, à meia-sombra, forma volumosos canteiros e, em vasos, ganha aspecto pendente.
flor-batom (Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)




15. Flor-batom
O vermelho-carmim das flores explica o seu nome popular, mas há quem diga que o formato também é bem parecido com o de um batom. É cultivada em vasos e jardineiras como planta pendente ou como forração, à meia-sombra ou em locais livres de sol direto.


Fonte: Casa e Jardim

1 de fevereiro de 2015

DECOR INSPIRAÇÃO - HOME OFFICE

É realmente delicioso ter um cantinho só nosso dentro de casa para trabalhar ou estudar, com tudo organizado e com muito estilo. Computador, caixas, fotos, desenhos, imagens de referência, etc, etc ... Mas com os espaços cada vez menores nos apartamentos, é preciso muita criatividade e estudo para conseguir montar um home office charmoso e funcional.
Veja estas fotos com ideias para o home office ... com alguns detalhes e pequenas ideias.













Sóbrio e marcante no décor paranaense

Contrastes são explorados em projeto.


Uma atmosfera arrojada predomina nessa residência em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Com 600 m²  de área construída, ela foi projetada pela dupla Luiz Maganhoto e Daniel Casagrande, para um jovem casal pai de dois adolescentes.
A construção, que combina estilo contemporâneo e elementos clássicos, conferido por colunas e formas arredondadas, possui três pavimentos. No subsolo ficam garagem, depósito e despensa. No térreo estão as áreas sociais e de lazer. Visando maior privacidade, no piso superior foram alocadas as suítes e um estar íntimo.

Um cuidado especial foi dedicado à criação dos ambientes reservados aos encontros da família, caso da sala de jantar, living e home theater. Para eles, o projeto de interiores privilegiou a integração dos espaços e a escolha de revestimentos que maximizassem a sensação de amplitude. A paleta de cores é neutra e bastante sóbria, em tons de branco, preto e cinza. Mas isso não significa sisudez. Pelo contrário. Na casa paranaense há um toque de jovialidade e dinamismo garantido pelos tons vibrantes das gravuras de Eduardo Sued que adornam as paredes. Também há um quê de modernidade e drama graças à escolha de peças de design contemporâneo com bastante aço cromado, vidro e espelho, fornecidas por Momentum & Design e Artefacto.
Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)  Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)  Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)    Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)  Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)     Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)     Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)    Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)  Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)

Tons sóbrios e visual marcante compõem décor de casa paranaense (Foto: Rodrigo Ramirez / divulgação)



Rede de hotéis francesa oferece quartos bolhas em meio à natureza


Uma rede de hotéis francesa inovou na maneira de acomodar seus hóspedes. Os quartos convencionais foram substituídos por grandes bolhas de plástico, colocadas em florestas com vistas deslumbrantes.
As 134 bolhas foram instaladas em quatro localizações diferentes, no litoral sudeste do país europeu. O contato com o meio ambiente é um dos principais diferenciais do hotel – nas acomodações, os amantes da natureza têm a oportunidade de passar a noite olhando para as estrelas.

Fotos
A rede Attrap’ Rêves foi criada por uma família em 2010, e as bolhas plásticas são decoradas com cinco temas diferentes: os hóspedes podem desfrutar das suítes Chic & Design, Mil e Uma Noites, Zen, Glamour e Natureza.
As bolhas são muito procuradas para ocasiões especiais, como jantares e eventos, pedidos de casamento, noites de núpcias e também por mulheres que podem aproveitar um Day Spa nos espaços, com massagens e tratamentos de beleza. Todas as acomodações possuem um telescópio e um mapa celeste, para que os hóspedes admirem o universo. Além disso, a iluminação noturna das instalações é feita através de lanternas.

Foto
As tendas  de plástico ficam envoltas por árvores e distantes entre si, dando privacidade aos hóspedes. Os hotéis possuem uma estrutura central com cozinha, banheiros e outros tipos de serviços.

Foto
Segundo Murielle Giovansili, representante da rede, a questão da ecologia também foi pensada. Além de o plástico usado para construir as bolhas poder ser facilmente reciclado, o impacto da construção no terreno é quase nulo. Isso porque, as acomodações podem ser desmontadas do local sem grandes dificuldades, e consomem energia apenas para um pequeno duto de ventilação. Além disso, a rede acredita que é responsável por ampliar a consciência ambiental dos hóspedes, fazendo-os se sentir como parte dela.

Foto
As acomodações custam cerca de cem euros por noite, mas há diversos pacotes para diferentes períodos de tempo.
Redação CicloVivo