Vai até o próximo fim de semana a festa das flores e morangos de Atibaia, aproveitem para visitar a linda exposição de flores.
Confira!
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22 de setembro de 2014
17 de setembro de 2014
Planejar um Jardim em Casa
Um jardim interior, também chamado de jardim de inverno é uma forma fantástica de decoração, dando um ar natural e fresco à sua casa.
Se está a pensar fazer um jardim em casa, há alguns cuidados e dicas que deve ter em conta, de modo a criar um espaço bonito, mas igualmente prático e fácil de manter.
Conheça aqui como planejar um jardim em casa e confira imagens e fotos fantásticas de jardins para se inspirar.
O que é um jardim de inverno?
Um jardim de inverno é um jardim que se implanta dentro de casa, fazendo assim parte da sua decoração interior.
Este tipo de jardim é normalmente composto por plantas mais resistentes e próprias para receber pouca luz, mas também, por elementos como fontes de água, paredes de vidro e pedras.
Os jardins de inverno podem integrar-se em qualquer local da casa, desde que tenham as condições necessárias.
Contudo, e apesar de ser um jardim preparado para receber pouca luz, tem mesmo assim de ter alguma exposição solar.
Fotos de jardins internos
Agora que conhece algumas dicas de como planejar um jardim em casa, está na altura de conferir exemplos de jardins internos para tirar ideias e inspirar-se para fazer o seu.









Dicas de como planejar um jardim em casa
Como já referimos em cima, um jardim em casa necessita de plantas apropriadas.
Dessa forma, uma das dicas de como planejar um jardim em casa é escolher plantas resistentes ao clima da sua zona e à menor exposição solar. Por exemplo, plantas como as orquídeas, begónias e lírios florescem lindamente em ambientes mais fechados.
Além disso, são plantas que necessitam de poucos cuidados.
Na hora de complementar as plantas colocadas no jardim de inverno, pode usar vidro, pedras, mas também, madeira.
Um pequeno deck de madeira, caso tenha espaço para isso, dará um ar encantador, já que o castanho da madeira combina na perfeição com o verde das plantas.
Mesmo em jardins de casa mais pequenos há a possibilidade de colocar um deck, já que existem umas placas próprias, com uma área reduzida, para conjugar com as várias plantas aí existentes.
Se puder, acrescente uma parede de vidro, que dará um ar fantástico ao seu jardim de inverno.
Por fim, a utilização de objetos decorativos, como vasos, jardineiras, pedras ou suportes para jardins verticais, darão um toque especial ao seu jardim interno.
11 de setembro de 2014
Aprenda a fazer um jardim sensorial
Ter plantas em casa é uma maneira de entrar em contato com a natureza. Mas, mais do que avivar a visão com o verde das folhagens ou com flores coloridas, os outros sentidos também podem ser estimulados, bastando para isso criar um jardim sensorial.
“O projeto pode ser feito no quintal, em varandas ou no interior de casas e apartamentos e tem por objetivo estimular todos os cinco sentidos: tato, olfato, gustação e audição, além da visão”, explica a paisagista, especialista em Feng-Shui e jardinagem orgânica, Marizeth Estrela.
“Ao trazer aos moradores a oportunidade de interagir com o meio-ambiente, o jardim sensorial aguça os cinco sentidos, promove o equilíbrio, é uma forma de terapia e também desperta o aprendizado. Qualquer pessoa pode se beneficiar desse contato com a natureza, adequando o cultivo às espécies que favoreçam a percepção e o uso dos sentidos”, afirma Marizeth.
Segundo a paisagista, esse tipo de jardim tem grande influência oriental e prevê o uso de diferentes espécies, com texturas variadas, para estimular o tato; repuxos de água, introduzindo cascatas ou aquários, para estimular a audição; a visão é aguçada pelo cultivo de espécies com folhagem e flores diversas; o olfato, pelos aromas e, a gustação, pelo uso de ervas aromáticas ou plantas comestíveis no jardim.
Plantas para estimular os sentidos
A variedade é o fator-chave de um jardim sensorial. Para Marizeth, a composição de um jardim sensorial deve contemplar plantas aromáticas, espécies com folhas de texturas distintas, flores coloridas e fontes de água, para que a percepção seja amplamente estimulada e os sentidos todos despertados. “Quem mora em apartamento ou tem pouco espaço disponível pode escolher cantos diferentes da casa e compor um mini-jardim para cada sentido”, sugere a paisagista.
Visão: variar com espécies de tamanhos e formatos diferentes, com folhagens diversas e cores variadas. Pode-se alcançar o efeito desejado com o plantio de Camelia (Camelia japônica), gerânios (Pelargonium crispum), crisântemos (Chrysanthemum morifolium), flor-de-cera (Hoya carnosa), violetas (Violeta odorata), calêndula (Calendula officinalis), cavalinha (Equisetum hyemale), Hibiscus (Hibiscus sabdariffa), entre outras.

Violeta - Foto
Olfato: ervas aromáticas, como as utilizadas para chás e temperos são ideais para estimular o olfato. Tomilho (Thymus x citriodorus), camomila (Chamomilla recutita), orégano (Origanum vulgare), alecrim (Rosmarinus officinalis), manjericão (Oncimum basilicum), hortelã (Menta piperita), funcho/erva-doce (Foeniculum vulgare), são algumas das opções para aguçar esse sentido. Pode-se ainda fazer uso de espécies com flores perfumadas, a exemplo das Gardenias (Gardenia augusta), Jasmins com aromas de limão (Stephanotis floribunda), trepadeiras com aroma de tutti-frutti, como a diplodenia (Mandevilla splendens), orquídeas Sherry baby (aroma de Chocolate), lavanda (Lavandula officinalis), Capim-limão (Cymbopogon citratus).

Lavanda - Foto
Tato: para o contato direto com as plantas, pelo toque, são ideais as suculentas ou crassulaceaes, algumas espécies de cactos, plantas com folhas aveludadas como o veludo-roxo (Gynura), corações emaranhados (Ceropegia woodii), tuia holandesa/tuia-limão (Cupressus macrocarpa), entre outras.

Corações emaranhados - Foto
Gustação: Para despertar esse sentido, basta experimentar as ervas aromáticas utilizadas no jardim sensorial olfativo. Os temperos também podem ser aproveitados nas receitas e os chás saboreados após a infusão. Optar pelas frutíferas, como tomatinhos, morangos, laranjinha kinkan também é uma alternativa.

Alecrim - Foto
Audição: o barulho da água de pequenas fontes ou mini-cascatas tem poder terapêutico e acalma. Esses complementos para o jardim podem ser comprados em casas do ramo ou home-centers.
Redação Ciclo Vivo.
“O projeto pode ser feito no quintal, em varandas ou no interior de casas e apartamentos e tem por objetivo estimular todos os cinco sentidos: tato, olfato, gustação e audição, além da visão”, explica a paisagista, especialista em Feng-Shui e jardinagem orgânica, Marizeth Estrela.
“Ao trazer aos moradores a oportunidade de interagir com o meio-ambiente, o jardim sensorial aguça os cinco sentidos, promove o equilíbrio, é uma forma de terapia e também desperta o aprendizado. Qualquer pessoa pode se beneficiar desse contato com a natureza, adequando o cultivo às espécies que favoreçam a percepção e o uso dos sentidos”, afirma Marizeth.
Segundo a paisagista, esse tipo de jardim tem grande influência oriental e prevê o uso de diferentes espécies, com texturas variadas, para estimular o tato; repuxos de água, introduzindo cascatas ou aquários, para estimular a audição; a visão é aguçada pelo cultivo de espécies com folhagem e flores diversas; o olfato, pelos aromas e, a gustação, pelo uso de ervas aromáticas ou plantas comestíveis no jardim.
Plantas para estimular os sentidos
A variedade é o fator-chave de um jardim sensorial. Para Marizeth, a composição de um jardim sensorial deve contemplar plantas aromáticas, espécies com folhas de texturas distintas, flores coloridas e fontes de água, para que a percepção seja amplamente estimulada e os sentidos todos despertados. “Quem mora em apartamento ou tem pouco espaço disponível pode escolher cantos diferentes da casa e compor um mini-jardim para cada sentido”, sugere a paisagista.
Visão: variar com espécies de tamanhos e formatos diferentes, com folhagens diversas e cores variadas. Pode-se alcançar o efeito desejado com o plantio de Camelia (Camelia japônica), gerânios (Pelargonium crispum), crisântemos (Chrysanthemum morifolium), flor-de-cera (Hoya carnosa), violetas (Violeta odorata), calêndula (Calendula officinalis), cavalinha (Equisetum hyemale), Hibiscus (Hibiscus sabdariffa), entre outras.
Violeta - Foto
Lavanda - Foto
Corações emaranhados - Foto
Alecrim - Foto
Redação Ciclo Vivo.
5 de setembro de 2014
ÁRVORE DENTRO DE CASA
É possível ter uma espécie ao lado do seu sofá. Veja as nossas dicas de projetos.
Quem ama plantas geralmente não se contenta em ter um jardim bem verdinho na varanda ou no quintal. Essas pessoas espalham vasos por todos os cômodos e algumas vão até mais longe: cultivam uma árvore de estimação – só que dentro de casa. Claro que isso precisa de cuidados extras com poda, adubação e rega, além de iluminação natural para continuar viva. Veja, abaixo, projetos em que a árvore é a estrela do espaço.
No centro do lar
A rusticidade desta casa de 350 m² em Campos do Jordão, na serra da Mantiqueira, São Paulo, reflete o espírito desprendido de seus donos, que cultivam a arte de morar sem excessos. O projeto, assinado pela amiga e arquiteta Sandra Araújo, conservou bem no meio da sala uma pereira. A árvore foi uma das várias particularidades ecologicamente viáveis da residência, cercada de uma mata de araucárias. A escolha dos materiais orientou o resto. “Queríamos uma casa simples e de pouca manutenção, em que pudéssemos pisar com o pé sujo de barro e só limpá-la com uma vassoura”, diz a arquiteta Evelin Sayar, mãe da moradora.
A rusticidade desta casa de 350 m² em Campos do Jordão, na serra da Mantiqueira, São Paulo, reflete o espírito desprendido de seus donos, que cultivam a arte de morar sem excessos. O projeto, assinado pela amiga e arquiteta Sandra Araújo, conservou bem no meio da sala uma pereira. A árvore foi uma das várias particularidades ecologicamente viáveis da residência, cercada de uma mata de araucárias. A escolha dos materiais orientou o resto. “Queríamos uma casa simples e de pouca manutenção, em que pudéssemos pisar com o pé sujo de barro e só limpá-la com uma vassoura”, diz a arquiteta Evelin Sayar, mãe da moradora.
A entrada de luz natural é outro elemento relevante. “Não queríamos usar luz artificial durante o dia, então investimos em um pé-direito altíssimo, que varia de 4 a 12 m de altura, com muitas aberturas”, afirma Evelin. Isso favorece o crescimento da árvore, que fica no meio da casa.
No living
Três bambus-mossô, plantados em aberturas no assoalho de madeira, chamam a atenção no meio do living desta casa de 612 m², em São Paulo. As árvores esguias, que chegam até o teto do ambiente com pé-direito duplo, reforçam a proposta de integração total das áreas internas e externas no projeto do escritório Bernardes Jacobsen. O fechamento com grandes panos de vidro e a claraboia no teto ampliam a entrada de luz natural nos interiores, imprescindível para o desenvolvimento das plantas.
Três bambus-mossô, plantados em aberturas no assoalho de madeira, chamam a atenção no meio do living desta casa de 612 m², em São Paulo. As árvores esguias, que chegam até o teto do ambiente com pé-direito duplo, reforçam a proposta de integração total das áreas internas e externas no projeto do escritório Bernardes Jacobsen. O fechamento com grandes panos de vidro e a claraboia no teto ampliam a entrada de luz natural nos interiores, imprescindível para o desenvolvimento das plantas.
Na entrada
O bosque com resquícios da Mata Atlântica nos fundos do terreno foi o fator decisivo para um casal comprar este lote de 3.500 m² em Itu, interior de São Paulo. Por isso, eles encomendaram aos arquitetos Paulo e Bernardo Jacobsen, do escritórioJacobsen Arquitetura, uma casa de campo moderna, mas com cara de fazenda, que aproveitasse ao máximo a vista do verde. No hall de entrada, com vidros nas laterais da porta para iluminar o ambiente, os bambus hachikus têm forração de filodendros e singônios. As espécies, escolhidas pelo paisagista Gil Fialho, foram plantadas em nichos criados no piso de granito branco.
No restaurante
Além dos pratos, outra grande atração do restaurante Kook, em Roma, na Itália, é a grande oliveira. Localizada no centro do espaço, a árvore está não exatamente dentro do ambiente: paredes de vidro a separam do salão. O teto retrátil também de vidro garante que a espécie receba a luminosidade do sol e a água da chuva. Projeto criado pelo escritório Noses Architects.
Na cozinha
O desejo de Clodine, esposa do cantor Jair Rodrigues, era ter uma árvore dentro da cozinha. Para que isso fosse possível, o arquiteto Sidney Quintela aterrou parte do quintal e avançou com o ambiente até onde estava a planta. A reforma possibilitou outras melhorias no espaço, agora com 44 m². “Nesta casa de 20 anos, a cozinha tinha claridade zero. Luz, só a elétrica. Por isso eu quis tudo aberto e com a árvore no meio”, diz a dona da casa.
O desejo de Clodine, esposa do cantor Jair Rodrigues, era ter uma árvore dentro da cozinha. Para que isso fosse possível, o arquiteto Sidney Quintela aterrou parte do quintal e avançou com o ambiente até onde estava a planta. A reforma possibilitou outras melhorias no espaço, agora com 44 m². “Nesta casa de 20 anos, a cozinha tinha claridade zero. Luz, só a elétrica. Por isso eu quis tudo aberto e com a árvore no meio”, diz a dona da casa.
Fonte: Revista Casa e Jardim
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